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dezembro 14, 2021
Novembro no Jardim de Infância de Comeira…
Começámos o mês a aprender o que fazer em caso de haver um
tremor de Terra. Assim, no dia 5 de novembro, participámos num exercício de faz
de conta “A Terra Treme”, em que aprendemos que se houver um sismo, devemos
fazer três coisas muito importantes “Abaixar, Proteger e Aguardar”.
Ficámos muito entusiasmados com este exercício, que até
falámos no vulcão que vemos todos os dias nas noticias na televisão, que também
faz a terra tremer e deita muita lava: o Vulcão Cumbre Vieja.
Assim surgiu o projeto “os vulcões”. Depois de algumas
pesquisas na internet feitas nas salas, de partilha de saberes sobre o tema,
foi tempo de construir uma maquete de um vulcão, com materiais reciclados.
Depois do vulcão estar pronto, fizemos uma atividade experimental muito
interessante, em que deitámos detergente da louça, vinagre, corante vermelho e bicarbonato
de sódio, na chaminé do vulcão, para tentar fazer com que o nosso vulcão
“expelisse lava”. E não é que a magia aconteceu?
No dia 11 de novembro comemorámos o São Martinho com o fruto
do Outono, característico desta época: as castanhas. assadinhas no forno, que
são uma delícia…
…este também foi um exercício muito bom para as nossas mãos, que tiveram que “trabalhar bem” para as conseguir descascar!
Mas o mês de novembro ainda nos proporcionou um dia muito especial - O “Dia Nacional do Pijama”.
No dia 20 de novembro comemora-se
a Convenção Internacional dos Direitos da Criança. Neste dia, lembrámos a todos
que “uma
criança tem direito a crescer numa família” representando o pijama, com que
viemos para a escola, o aconchego e a ternura dos momentos em família.
“DIWALI”
O mês
de novembro foi especial para os nossos alunos indianos que, com entusiasmo, celebraram
o “Diwali”.
Esta festividade, também conhecida como “Festival das Luzes”, celebra a destruição de Narakasura por Sri Krishna, o que converte o “Diwali” num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal.
É um momento de partilha, de convívio entre amigos e família.
As casas são decoradas com “diyas” (pequenas lamparinas) e com “rangolis” (tapetes coloridos feitos com diversos materiais: arroz, areia…). No conforto do lar, rezam a “Lakshmi”, deusa da riqueza e da prosperidade.
Na Escola Básica Nery Capucho, os alunos indianos pintaram mandalas e montaram uma exposição alusiva ao “Diwali”, no âmbito do tema “Interculturalidade” do “Plano Nacional das Artes” do Projeto Cultural de Escola.
À descoberta de… Helena Rocha
A pequena
jornalista Alice teve o prazer de estar à conversa com Helena Rocha.
Professora,
cantora e atriz, a mulher dos sete
ofícios. Com uma vida dividida entre Angola e Portugal, teve a oportunidades de
realizar o sonho e trabalhar em muitas produções teatrais de sucesso em Portugal.
Alice- Qual foi a sua primeira profissão?
Helena R.- A
minha primeira profissão foi professora de Inglês e Alemão, fui professora
durante muitos anos. Ao mesmo tempo fui outras coisas também, entre elas, fiz
teatro, fui cantora e gravei discos e fiz espetáculos pelo mundo inteiro. Mas
foi tudo ao mesmo tempo para poder estudar e ao mesmo tempo divertir-me.
Alice- Qual
foi a sua primeira peça de teatro?
Helena R.- Olha,
é difícil de dizer porque eu faço teatro desde os meus seis anos de idade, já
não me recordo da primeira peça que fiz. Mas tu queres saber qual a primeira
peça como atriz profissional. A primeira peça que fiz foi uma comédia que se
chamava “O Vison voador”, no teatro Politeama, com o senhor Filipe La Féria, e
com muitos artistas que tu conheces e que já viste trabalhar. Antes disso, já
tinha feito muitas peças com colegas de escola e professores como vocês também
fazem.
Alice- O que
é que sentiu quando Filipe La Féria a convidou para trabalhar consigo?
Helena R. - Ele
uma vez precisou de pessoas para fazer um espetáculo no Politeama, fez um anúncio
e eu resolvi concorrer. Então fui daqui da Marinha Grande até Lisboa com mais
um colega e escrevi uma peçazinha. Quando cheguei a Lisboa tínhamos trezentas e
tal pessoas que também queriam entrar na peça. Ele tinha de escolher a que mais
gostava e dessas trezentas e tal calhou-me a mim e lá fiquei até hoje. Estou lá
a trabalhar com ele há 24 anos, nunca mais me deixou sair.
Alice - Em qual
das peças de teatro gostou mais de participar?
Helena R. – Ai…
em tantas, tantas! Quem gosta de teatro normalmente adora tudo o que faz em
cima do palco. É claro que algumas nos divertem mais, eu sou mais atriz de
comédia, eu gosto mais de peças cómicas, gosto de fazer rir o público. Mas também
gosto do teatro sério, se for preciso faço o público chorar de propósito, mas prefiro
fazer rir e cantar, teatro musical é o ideal. Acho que de todas as comédias que
fiz gostei mais de “Gaiolas das loucas”. Foi uma comédia muito engraçada.
Alice - Sei
que está a ensaiar uma nova peça de teatro. Como é que se chama?
Helena R. - Chama-se
”esfrega o gel” porque temos que andar desinfetados.
Alice - Qual
é o tema?
Helena R. - O
tema são várias histórias engraçadas para pôr as pessoas a rir e com músicas,
pessoas a cantar músicas engraçadas. Tu vais ver, não vais? Tens que pedir aos
teus pais para te levarem. Tens que ir ver a peça que é muito engraçada e
entram meninos, tudo gente da Marinha Grande.
Alice - Onde
e quando vai estrear?
Helena R. - Vai
estrear no próximo sábado dia 13 de novembro no operário, mas depois vamos
fazer várias vezes: no dia 19 e 20 na casa da cultura, no mês de dezembro mais
uma ou duas vezes em janeiro e fevereiro.
Alice - Da
minha parte acabaram as perguntas, quer acrescentar mais algum comentário?
Helena R. - Olha
quando eu fizer uma próxima peça e tu fores mais crescida vou convidar-te para
atriz, queres?
Alice - Sim,
quero!
Helena R. - Mas
olha que é difícil, é um trabalho em que a pessoa tem que se sacrificar muito,
não podes estar cansada, para depois sair uma coisa mítica e o público aplaudir
de pé. É muito gratificante ter uma plateia cheia de pessoas a aplaudir de pé o
teu trabalho.
Alice - Foi uma tarde muito divertida.
Agradeço a disponibilidade da Helena Rocha. Foi um prazer estar na sua companhia
e saber mais da sua vida.
Entrevista a Anabel Rosalez
Esta entrevista foi realizada à Professora de Ballet Anabel Lopez, dona do Espaço de Arte em Movimento - Rosales Ballet, situado na Embra, em Marinha Grande. O motivo pelo qual eu escolhi fazer a entrevista à minha professora de Ballet foi por eu gostar muito do seu trabalho e querer conhecer um pouco melhor o que a fez chegar até aqui e a razão do seu sucesso, sendo ela de origem Cubana.
Entrevistadora: É professora de dança há quantos anos?
Annabel: Annabel López Rosales e sou natural de Cuba. O
meu curso foi de 8 anos, 5 anos de conservatório e 3 anos de escola superior.
Sou formada pela Escola Cubana de Ballet. Em 1999 iniciei o meu percurso
como professora com apenas 18 anos até então, cerca de 22 anos dedicada ao
ensino.
Entrevistadora: quais
as modalidades de dança que pratica na sua escola e qual a que mais gosta?
Annabel: As modalidades que temos na escola são o Ballet Clássico, Contemporâneo, Dança Criativa, Dança Jazz e Preparação Física.O Ballet Clássico é a base de tudo, apesar de todas as modalidades se complementarem umas com as outras. Aquela com que mais me identifico é sem dúvida o Ballet Clássico, mesmo sendo a modalidade mais complexa, a mais difícil e a mais técnica
Entrevistadora: O que a dança proporciona a uma criança na sala de aula?
Annabel: Eu, particularmente, como professora/pessoa diria que sem dúvida é a alegria de estar a fazer o que se gosta. É proporcionar a possibilidade das crianças poderem fazer com o corpo e com os movimentos o que não se consegue com as palavras, ajuda a expressarem-se através da dança. É a disciplina, a flexibilidade corporal, a postura, a partilha. São todos benefícios enriquecedores que a dança proporciona a um aluno. Uns notoriamente visíveis e outros menos, mas todos estão lá.
Entrevistadora: O que sente quando dança?
Annabel: He, he, he... sinto-me bem, sinto-me livre, sinto-me eu. Adoro dançar, nasci para dançar.
Entrevistadora: O que mais admira nas suas alunas?
Annabel: Esta pergunta é muito interessante pois nós, professores, podemos influenciar pela negativa ou pela positiva um aluno, e eu tenho sempre como um dos propósitos incutir a simplicidade, a entrega, a entreajuda e o espírito de sacrifício e sem dúvida é lindo ver como isto se constrói e se consegue com um trabalho diário e nas mais pequeninas coisas. É esta a parte que me deixa mais orgulhosa das minhas alunas, quero que através da dança eu lhes consiga proporcionar valores que lhe sirvam e enriquecem a sua vida, esta é a minha marca, esta sou eu. E sem dúvida elas têm isto.
Entrevistadora: O que gosta de fazer nos tempos livres?
Annabel: Gosto de descansar, de ver televisão, de estar com a minha família, passear, rir e estar com amigos. São coisas simples e fundamentais para mim. Em jeito de conclusão, podemos dizer que a dança aprende-se a respeitar, a ter disciplina e determinação, a lutar para atingir certos objectivos a ultrapassar obstáculos sem desistir!
Entrevistadora: Muito obrigada pelo tempo que me
dedicou.
Bandeira verde para a Escola Pinhal do Rei
A Associação Bandeira Azul da
Europa (ABAE) é uma Organização Não Governamental do Ambiente (ONGA), sem fins
lucrativos, dedicada à Educação para o Desenvolvimento Sustentável e à gestão e
reconhecimento de boas práticas ambientais.
A ABAE certificou a Escola Secundária
Pinhal do Rei, que obteve a Bandeira Verde, Galardão Eco-Escola 2021, em reconhecimento
do trabalho desenvolvido no ano letivo de 2020/2021 em benefício do ambiente e da
sustentabilidade.
A Escola desenvolveu um conjunto
de ações e atividades que envolveram os diferentes elementos da comunidade
escolar e viu, assim, reconhecido e premiado o seu trabalho na melhoria do
desempenho ambiental, criando hábitos de participação e de cidadania, de forma
a melhorar a qualidade de vida na escola e na comunidade.
Alunos do 9.º Ano vão a Lisboa em Visita de Estudo
No dia 17 de novembro, os alunos do 9.º ano do Agrupamento de
Escolas Marinha Grande Nascente, num total de 133, deslocaram-se à capital para
visitar o Museu de Marinha, o Museu Coleção Berardo e assistir à representação
da peça de teatro Auto da barca do Inferno, de Gil Vicente, no âmbito
das disciplinas de Português e História.
Com a visita ao Museu de Marinha guiada pelo professor Ramiro,
pretendeu-se que os alunos alargassem os seus conhecimentos ao nível do período
histórico do século XX, estudado nas aulas de História e do período dos
Descobrimentos ligado ao estudo da obra de luís de Camões Os Lusíadas.
No Museu Coleção Berardo, os alunos tiveram a oportunidade de
distinguir diferentes correntes artísticas, analisando obras de vários
artistas, desenvolvendo, assim a sua sensibilidade estética e artística.
Com o intuito de compreender melhor a obra de Gil Vicente e
aprofundar o gosto pelo teatro, os alunos assistiram à representação da peça Auto
da Barca do Inferno, pela companhia de teatro O Sonho, encenada por
Ruy Pessoa. Durante a representação da peça, os alunos puderam interagir com os
atores/personagens, criando momentos de grande animação para todos. No final,
houve ainda espaço para colocarem algumas questões aos atores acerca da peça e
da arte de representar.
Globalmente, o resultado foi muito positivo, tendo agradado a
todos os envolvidos e correspondido às expetativas dos alunos e professores.
Os alunos destacaram ainda a necessidade de haver um convívio
saudável, pois este é indispensável, sobretudo num momento de pandemia, período
este em que se sentiu a ausência deste tipo de atividade, durante dois anos
letivos.
(Notícia elaborada com a colaboração de todas as turmas do
9.º ano).
Comemoração do Halloween na Escola Nery Capucho
Entre
os dias 29 de outubro e 12 de novembro, na Escola Prof. Alberto Nery Capucho,
esteve patente uma exposição dedicada ao
Halloween (Dia das Bruxas) com trabalhos realizados pelos alunos do 2.º
ciclo e do 7.º ano.
Esta atividade teve como objetivo relembrar e
manter viva uma tradição Britânica, levando os alunos a participarem de uma
forma lúdica bem como descobrir os seus dotes artísticos com trabalhos em 3D.
A palavra Halloween é a
abreviatura da expressão All Hallows' Eve pela junção das
palavras hallow, que significa "santo" e eve
que significa "véspera", pois ocorre no dia anterior à celebração do
Dia de Todos os Santos. Segundo a crença, no dia 31 de outubro, as bruxas
cruzam os céus montadas nas suas vassouras e os fantasmas vagueiam pela Terra. As
crianças usam fantasias e batem às portas das casas dizendo a tradicional
frase: “doce ou travessura?” (trick or treat, em
inglês). A brincadeira consiste em pedir doces, ameaçando cometer uma
travessura a quem negar as guloseimas.
A atividade revelou-se
muito atrativa, tendo havido um grande empenho e uma participação ativa dos
alunos na elaboração dos trabalhos apresentados. Alguns destes também serviram
para decorar as salas das diferentes turmas. Esta atividade também foi
realizada no âmbito da articulação curricular entre as disciplinas de Inglês,
de Educação Tecnológica e de Português.
Ida a S. Pedro de Moel – Clube do Desporto Escolar “Sobre Rodas”.
No
dia 16 de novembro de 2021, terça-feira, realizou-se mais um treino do Grupo/Equipa
do Clube do Desporto Escolar “Sobre Rodas”.
O treino realizou-se na íntegra pelos arruamentos do nosso concelho, quer na cidade da Marinha Grande, quer com uma ida à Praia das Pedras Negras (S. Pedro de Moel), num percurso de 28km.
O
Grupo/Equipa “Sobre Rodas” continua a desenvolver atividade sob orientação do
professor Ricardo Oliveira, todas as terças-feiras letivas, entre as 15h e as
17h.
As inscrições para este e outros Grupos/Equipa continuam a decorrer a bom ritmo, devendo os alunos interessados solicitar aos seus professores de Educação Física, as respetivas autorizações.
Inscreve-te!
Jardim-de-Infância do Pilado em notícia…
No dia 5 de novembro de 2021, pelas 11h05m
realizou-se, no Jardim-de-infância do Pilado, o exercício de evacuação em caso
de sismo, inserido no exercício nacional “A Terra Treme”. Para preparação do
mesmo, foram dinamizadas algumas atividades que o complementaram e
sensibilizaram as crianças para a necessidade de estarmos preparados para um
eventual tremor de terra.
Com
recurso a uma maquete e duas mesas fizemos a simulação das placas tectónicas e
o que acontece quando estas batem com força uma na outra ou se deslocam.
Sessão de Esclarecimento do Programa Escola Segura - PSP
Os alunos visualizaram alguns powerpoints e estiveram bastante participativos, tanto na procura de resposta das suas dúvidas, assim como a apresentar casos reais que conheciam.
Concurso Nacional de Leitura - Fase de Escola
A prova para os alunos do 3o ciclo é sobre a leitura do livro de Luis Sepúlveda, «História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar», e realiza-se no dia 10 de dezembro de 2021, entre as 10:10h e as 11:00h.
Os alunos interessados em participar podem inscrever-se junto dos professores de Português e na Biblioteca.
Na Biblioteca há exemplares dos livros para empréstimo.
PARTICIPA!!!!
Hoje a terra tremeu... Faz de conta! - JI da Boavista
Hoje fizemos de conta que a Terra
tremeu.
Vimos um filme do Tinoni e
falámos do que temos que fazer se o Planeta Terra tremesse: era um sismo ou
terramoto.
Não foi a sério, mas se fosse
tínhamos que fazer como fizemos: Baixar, Proteger e Aguardar.
Baixar e pormo-nos de
baixo das mesas e das cadeiras ou debaixo de armários abertos.
Também podíamos protegermos nas
entradas das portas.
Proteger-nos com as mãos
na cabeça e de baixo destas coisas para não nos cair nada na cabeça e no corpo.
Aguardar/ esperar que nos
dissessem para sairmos de onde estávamos e sairmos para rua, sem correr.
Depois fomos todos em fila para o
campo e ficámos juntos.
As professoras chamaram o nosso
nome para ver se estavam todos ou se alguém tinha ficado de baixo da mesa ou na
casa de banho.
É importante saber como devemos
fazer se for a sério, mas agora era faz de conta.
Jardim de infância da Boavista , 05 de novembro de 2021
Apresentação das Provas de Aptidão Profissional
Realizou-se nos dias 20, 21, 22 e 23 de julho, a apresentação das Provas de Aptidão Profissional (PAP) dos alunos finalistas dos cursos p...
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As crianças do pré-escolar do Pilado participaram numa sessão muito especial dinamizada pela equipa de saúde local da Marinha Grande , ded...
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No âmbito da disciplina de Matemática, os alunos do 7.º ano deram asas à criatividade e construíram uma árvore de Natal muito especial, fe...
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